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Circo da Lama

"Se ele for para a Suiça, não lhe guardo as vacas", David Queiroz, pai de António, vencedor da Casa dos Segredos

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Circo da Lama

16
Jan09

Casamentos inter

Bruno Vieira Amaral

O Cardeal Patriarca não tem razão. Por defeito, bem entendido. As meninas ocidentais devem pensar muito bem antes de casar, seja com um muçulmano, um católico, um protestante ou um bailarino da Gulbenkian. O monte de sarilhos que é o casamento começa no hábito - comum a muitas culturas - de se realizar entre duas pessoas. É um problema que, com maior ou menor sucesso, as sociedades têm tentado resolver em nome da preservação da espécie e para evitar que algum quadro de Fragonard vá parar às mãos de um bastardo. Podemos afirmar que tudo correu muito bem enquanto as pessoas, por questões logísticas, eram obrigadas a casar com alguém cuja principal habilitação era viver num raio de duas milhas (milhas é mais medieval). A probabilidade de partilharem a mesma religião, a mesma visão do mundo e o mesmo grupo sanguíneo era elevada. O monte de sarilhos ocorria com uma frequência reduzida até porque o mais natural era um dos cônjuges estar morto antes da crise dos 7 anos. Os antibióticos, as viagens transatlânticas e a pílula mudaram a natureza do casamento (o bidé também mas os antropólogos, sempre prontos a defender quem limpa o cu a uma folha de bananeira, não lhe atribuem a mesma relevância). Hoje, qualquer pessoa pode casar com qualquer pessoa e, com alguma perseverança, até com qualquer mamífero.

 

Onde é que eu ia? Pois. Meninas, não casem com muçulmanos; se nada vos pode afastar da infelicidade, ao menos arranjem quem perceba do assunto.

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